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FAZ O L! Lula cria o “imposto do pecado” e brasileiro vai pagar mais até para tomar uma cervejinha

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a colocar os impostos no centro do debate nacional. Desta vez, o alvo é a cervejinha do fim de semana, o refrigerante do almoço em família e uma série de produtos que fazem parte do cotidiano dos brasileiros.
Segundo as informações divulgadas, Lula assinou uma medida provisória que estabelece alíquotas para o chamado “imposto do pecado”, com cobrança prevista para fevereiro de 2027.
Na lista estão cervejas, com alíquota de 4,2%; refrigerantes, com 2,6%; vinhos, com 8%; destilados, que podem chegar a 24%; e cigarros, com tributação de 66,7% sobre uma base de referência, além de R$ 3,50 por maço.
É o governo que prometeu cuidar dos pobres criando mais uma cobrança sobre produtos consumidos por milhões de brasileiros.
A justificativa oficial é desestimular o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. O discurso pode até parecer nobre, mas levanta uma pergunta incômoda: por que a solução encontrada pelo governo quase sempre passa pelo bolso do contribuinte?
O próprio governo afirma que as alíquotas iniciais buscam preservar a carga tributária já existente. Isso significa que não se pode afirmar que todos esses percentuais representarão aumento líquido de impostos. Ainda assim, a criação do novo tributo amplia as preocupações sobre preços, transparência e o verdadeiro peso da reforma tributária para o consumidor.
O brasileiro trabalha, paga imposto sobre o salário, paga imposto quando compra e agora vê até a cervejinha entrar na mira de uma nova estrutura tributária.
Enquanto Brasília discute novas formas de arrecadação, a população continua cobrando aquilo que deveria ser prioridade: saúde funcionando, segurança, educação de qualidade e uso responsável do dinheiro público.
O mais irônico é que Lula, que construiu parte de sua imagem política falando diretamente aos trabalhadores e às famílias de baixa renda, agora terá de explicar por que produtos populares estão entre os alvos da nova tributação.
Se o objetivo é proteger a saúde, o governo precisa demonstrar resultados concretos. Se a intenção é manter a arrecadação, precisa garantir que a mudança não se transforme em mais peso para quem já paga a conta.
No Brasil de Lula, até o pecado tem imposto. E quem paga a penitência é o contribuinte.
Faz o L!