A defesa de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, afirmou que a inclusão do detento na Operação Vernix, deflagrada pela Polícia Federal, carece de provas consistentes. O advogado Bruno Ferullo Rita sustenta que a investigação se baseou em um equívoco de identificação de codinomes.
Em nota oficial, o defensor destacou que o nome de seu cliente foi vinculado ao caso apenas devido a um suposto apelido citado em conversas interceptadas de terceiros. Segundo a defesa, não há elementos materiais que liguem o líder da organização criminosa aos fatos apurados na última quinta-feira.
O advogado Bruno Ferullo Rita enfatizou que a atribuição do apelido “Narigudo” a Marcola é um erro de interpretação dos investigadores. De acordo com o posicionamento jurídico, a participação do réu no inquérito seria infundada.
A inclusão de Marcola na operação ocorreu única e exclusivamente por causa de um suposto apelido atribuído de forma equivocada em conversas de terceiros interceptadas durante as investigações.
A Operação Vernix investiga atividades relacionadas ao crime organizado e ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, buscando desarticular esquemas de logística e comunicação interna em presídios de segurança máxima.
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