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Recém-nascida é diagnosticada com microglossia, condição com menos de 50 casos no mundo

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Recém-nascida é diagnosticada com microglossia, condição com menos de 50 casos no mundo
Foto: Metrópoles

A jovem Leah Ragan, de 19 anos, enfrentou uma gestação marcada por diagnósticos complexos que culminaram no nascimento de sua filha com microglossia extrema. A condição clínica é caracterizada por uma língua anormalmente pequena e possui menos de 50 casos registrados pela medicina desde o ano de 1718.

Diagnósticos e Complicações

Durante um exame de ultrassom de rotina realizado na 24ª semana de gravidez, os médicos identificaram inicialmente que a bebê possuía lábio leporino e uma suspeita de fenda palatina. O impacto da notícia foi imediato para a mãe:

“Quando ela falou isso, meu coração afundou”, relatou Leah Ragan em suas redes sociais.

Posteriormente, os exames confirmaram que a criança é portadora da Síndrome de Goldenhar, uma condição congênita que interfere no desenvolvimento das estruturas faciais. A síndrome pode afetar órgãos e regiões como olhos, mandíbula, orelhas e a coluna vertebral.

Além da síndrome principal, a recém-nascida apresentou microtia, que consiste no desenvolvimento incompleto da orelha externa. O quadro de microglossia extrema, citado pela família com base em registros médicos, é a manifestação mais rara do caso, dada a baixíssima incidência global documentada em séculos de literatura médica.

Histórico Gestacional

Antes mesmo das malformações faciais serem detectadas, Leah Ragan já lidava com uma gravidez de risco. Logo no início do período gestacional, foi diagnosticado um septo uterino parcial, alteração anatômica no útero que eleva as chances de complicações e aborto espontâneo.

Em entrevista à People, a mãe relatou que a busca por informações na internet intensificou suas inseguranças diante dos diagnósticos. Embora a equipe médica tentasse tranquilizá-la sobre o septo uterino, o medo persistiu durante os meses seguintes:

“Os médicos diziam que não era um problema grave, mas eu continuava com medo”, afirmou Leah Ragan.

O caso segue acompanhado por especialistas devido à complexidade das múltiplas condições congênitas apresentadas pela bebê, que demandam suporte médico contínuo para o desenvolvimento das funções básicas afetadas pelas malformações.

📰 Fonte: Metrópoles — Leia a matéria original no veículo de origem.
Conteúdo elaborado por Universo Notícia com base no texto completo da fonte.