Professores, estudantes e militantes de movimentos sociais realizaram, nesta quarta-feira (20), uma manifestação contra o governo paulista em regiões estratégicas da capital. O grupo concentrou-se inicialmente no Largo da Batata, na zona Oeste, seguindo em direção ao Palácio dos Bandeirantes, sede da administração estadual no Morumbi.
O ato reuniu integrantes de diversas entidades representativas, incluindo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP). Também participaram coletivos como a União da Juventude Socialista (UJS), União da Juventude e Rebelião (UJR) e a União da Juventude Comunista (UJC).
Impactos no Trânsito e Segurança
Durante o deslocamento, os manifestantes fecharam a Avenida Brigadeiro Faria Lima, no sentido da Avenida Rebouças. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que acompanhou o ato para organizar o fluxo viário e garantir a segurança dos usuários das vias.
A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) utilizou o Comando de Aviação para monitoramento aéreo, especialmente na região do Morumbi, onde foram registrados bloqueios momentâneos. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o planejamento operacional foi estruturado para preservar a ordem pública e o direito de ir e vir.
O planejamento operacional foi estruturado para garantir a segurança de todos, preservar a ordem pública e assegurar o direito de ir e vir da população.
Pautas e Reivindicações
Os manifestantes criticam a precarização da educação pública sob a gestão de Tarcísio de Freitas. Entre as principais reivindicações estão o combate aos cortes de verbas, melhorias na infraestrutura universitária e o fortalecimento da assistência estudantil nas instituições estaduais.
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo (SCTI) comunicou que acompanha a situação em conjunto com as reitorias das universidades. A pasta informou ainda que está realizando acordos com três instituições estudantis para tratar das demandas apresentadas durante os protestos.
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