A nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada neste sábado (16) pelo jornal Folha de S.Paulo, aponta estabilidade nos índices de avaliação do governo do presidente Lula (PT). O levantamento indica que 39% dos eleitores consideram a gestão ruim ou péssima, enquanto 30% a classificam como ótima ou boa.
De acordo com os dados, outros 29% dos entrevistados definem a administração federal como regular. A parcela de eleitores que não soube avaliar o governo soma 1%. Os resultados mostram que os índices ficaram estáveis dentro da margem de erro de dois pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, realizado em abril.
Comparativo e Evolução
Os números atuais refletem uma oscilação mínima em comparação aos meses anteriores. Em abril, a reprovação (ruim ou péssimo) era de 40%, enquanto a aprovação (ótimo ou bom) registrava 29%. Em março, os índices eram de 40% e 32%, respectivamente. O grupo que considera o governo regular manteve-se em 29%, o mesmo percentual de abril e três pontos acima dos 26% de março.
O instituto Datafolha ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais em diversas regiões do país entre os dias 12 e 13 de maio. Este levantamento ocorre em um momento político marcado pela divulgação de áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. No diálogo, são discutidos repasses para o filme “Dark Horse”, que aborda a trajetória de Jair Bolsonaro.
Aprovação Pessoal e Expectativas
Além da avaliação da gestão, a pesquisa consultou a opinião dos brasileiros sobre o desempenho individual de Lula no cargo. Segundo os dados, 51% desaprovam a maneira como o petista conduz a Presidência da República, enquanto 45% aprovam. O índice de desaprovação permanece inalterado desde abril, quando também registrou 51%.
Sobre a expectativa gerada pelo terceiro mandato de Lula, 59% dos entrevistados afirmaram que o presidente fez menos do que eles esperavam até o momento. Para 23%, o desempenho condiz com o esperado, enquanto 13% declararam que o chefe do Executivo fez mais do que o previsto. Outros 4% não souberam ou não responderam ao questionamento sobre a aprovação pessoal do mandatário.
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