As reproduções das obras de Michael Jackson (1958-2009) registraram um crescimento expressivo de 209% nas plataformas de streaming nos Estados Unidos. O salto estatístico ocorreu após o lançamento da cinebiografia do artista nos cinemas, impulsionando o interesse pelo catálogo do Rei do Pop.
De acordo com dados da Billboard, o volume de execuções das faixas subiu de 61,5 milhões, na semana entre 17 e 24 de abril, para 190,3 milhões no intervalo de 1 a 7 de maio. O fenômeno reflete a perenidade da obra do cantor, que continua a estabelecer novos recordes comerciais décadas após o auge de sua carreira.
Desempenho nas plataformas globais
O impacto da produção audiovisual não se limitou ao território norte-americano. No Spotify, o hit “Billie Jean” superou o desempenho de Justin Bieber e alcançou posições de destaque nas paradas globais. Atualmente, Michael Jackson ocupa duas posições no ranking das 50 músicas mais ouvidas no Brasil e figura entre os 20 artistas mais escutados da plataforma em todo o mundo.
Com esses números, o cantor ultrapassou o volume de reproduções de artistas contemporâneos de grande alcance, como Taylor Swift, Bad Bunny e The Weeknd. A retomada do interesse pelo catálogo evidencia a força da marca Michael Jackson frente ao consumo digital moderno.
Recordes na Billboard
O álbum Thriller, lançado originalmente há quarenta anos, retornou ao topo do ranking de “R&B/Hip-Hop Albums” da Billboard. Simultaneamente, o disco Number Ones, coletânea lançada em 2003, atingiu a segunda colocação da mesma lista. Este feito tornou Michael Jackson o primeiro artista na história a ocupar, ao mesmo tempo, as duas primeiras posições desta parada específica.
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