Contraventor Carlinhos Cachoeira é preso pela PF no Aeroporto de Congonhas

 Contraventor Carlinhos Cachoeira é preso pela PF no Aeroporto de Congonhas

Foto: G1

A Polícia Federal prendeu, na tarde desta quarta-feira (13), o contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, amplamente conhecido como Carlinhos Cachoeira. A captura ocorreu no Aeroporto de Congonhas, localizado na Zona Sul de São Paulo, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela 8ª Vara Criminal de Goiânia.

Nesta nova fase judicial, Carlinhos Cachoeira é investigado por crimes de calúnia, difamação e injúria. O processo, que corre em segredo de Justiça, refere-se a ataques direcionados ao delegado Francisco Lipari, integrante da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), em Goiânia. De acordo com informações da TV Anhanguera, o contraventor teria divulgado informações sigilosas sobre o delegado e realizado publicações ofensivas contra a autoridade ao longo de 2024.

Detalhes

A defesa de Carlos Augusto de Almeida Ramos informou ao portal g1 que não irá se manifestar sobre a prisão no momento. A ordem de prisão preventiva reforça o rigor da Polícia Federal no cumprimento de decisões do judiciário goiano, especificamente no que tange a crimes contra a honra de agentes públicos no exercício de suas funções.

Contexto

Carlinhos Cachoeira possui um longo histórico de embates com a justiça brasileira. Ele ganhou projeção nacional em 2012, durante a Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal para desmantelar uma rede de exploração de jogos de azar e caça-níqueis. A investigação revelou um complexo esquema de corrupção e tráfico de influência que atingiu empresários e políticos, incluindo o então senador Demóstenes Torres.

O caso resultou na instalação da CPMI do Cachoeira no Congresso Nacional e envolveu nomes de grandes corporações, como a construtora Delta. Anteriormente, em 2004, o nome do contraventor já havia surgido no escândalo Waldomiro Diniz, que envolveu um ex-assessor da Casa Civil. Embora tenha sido condenado a penas que somam mais de 39 anos por crimes como formação de quadrilha e corrupção ativa, Cachoeira vinha respondendo a parte dos processos em liberdade devido a recursos judiciais.

📰 Fonte:G1Leia a matéria original no veículo de origem.
Conteúdo elaborado por Universo Notícia com base no texto completo da fonte.
    Digiqole AdDigiqole Ad

    Postagens relacionadas

    Leave a Reply

    O seu endereço de e-mail não será publicado.Campos obrigatórios são marcados com *