China sinaliza cooperação em recepção oficial a Donald Trump em Pequim

 China sinaliza cooperação em recepção oficial a Donald Trump em Pequim

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O governo da China declarou, nesta quarta-feira (13), que recebe com satisfação a visita de Estado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O objetivo da viagem a Pequim é expandir a cooperação bilateral e buscar formas de administrar as diferenças entre as duas maiores economias do mundo.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, destacou que os chefes de Estado debaterão temas fundamentais para a paz e o desenvolvimento global. Donald Trump deve desembarcar na capital chinesa ainda hoje para uma agenda de dois dias que inclui uma recepção oficial no Grande Salão do Povo, onde se reunirá com o presidente Xi Jinping.

Pauta diplomática e segurança regional

As reuniões entre Donald Trump e Xi Jinping devem abordar tópicos sensíveis, como o comércio internacional e a venda de equipamentos militares americanos para Taiwan. A ilha, que possui governo democrático próprio, é reivindicada por Pequim como parte integrante do território chinês.

A situação no Oriente Médio também figura como prioridade na agenda diplomática. O governo americano busca soluções para o conflito com o Irã, visando garantir a segurança no Estreito de Ormuz, via marítima por onde circula aproximadamente 20% do suprimento mundial de petróleo.

Divergências sobre o Irã

Antes de deixar Washington, o presidente Donald Trump demonstrou ceticismo sobre a necessidade de auxílio chinês para resolver a crise iraniana. O líder americano afirmou que o impasse será resolvido independentemente da colaboração de terceiros.

Não acho que precisamos de ajuda com o Irã. Vamos resolver isso de um jeito ou de outro, pacificamente ou não

Apesar do tom adotado por Donald Trump, funcionários de alto escalão de ambos os países sinalizaram um entendimento prévio no mês passado. Representantes dos Estados Unidos e da China concordaram que nenhuma nação deve ter o direito de cobrar taxas ou pedágios pelo tráfego marítimo na região do Golfo. A China, que mantém fortes laços comerciais e energéticos com o Irã, não contestou publicamente os termos desse consenso sobre a liberdade de navegação.

📰 Fonte: CNN BrasilLeia a matéria original no veículo de origem.
Conteúdo elaborado por Universo Notícia com base no texto completo da fonte.
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